Olhai ali o Veloso… e o Mozer… e o Carlos Manuel… e o Nunes… e o Pedro Leal…
sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Pequena cedência à ostentação
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Pedro Leal
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quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Mas afinal...
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=374900&tema=31
«Gates apoia o desmantelamento de Guantanamo, foi o autor da estratégia que permitiu uma redução drástica da violência no Iraque, bem como do acordo de segurança que estabelece uma data limite para a retirada. Isso vai permitir a Obama...»
Espera aí?? Houve uma estratégia que permitiu uma redução DRÁSTICA da violência no Iraque? Nunca tinha ouvido tal referência nas notícias anteriormente. Porque será que só agora, depois de sabermos que este senhor Robert Gates vai ser nomeado pelo Obama, é que ficamos a saber que houve uma estratégia que reduziu drásticamente a violência no Iraque?
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16:00
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José Leal
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quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Arrefecimento em vez de Aquecimento?
E agora, cientistas que dizem que há dados que apontam para um arrefecimento global. Será um período de 21 a 25 anos. O que quer dizer que teremos um arrefecimento do planeta até meados da década de 30.
http://www.spokesmanreview.com/local/story.asp?ID=269162
Bom, isto quando cerca 31 mil cientistas já assinaram um documento, "Global Warming Petition Project", em que se declara que a influência do homem no Aquecimento Global (aquele de que já saímos e que existiu entre 1970 e 1998) não pode ser provada.
http://www.politico.com/news/stories/1108/15938.html
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Joao Leal
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terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Mal comparando
No outro dia o meu pai disse-me que o apresentaram a alguém como o "pai do João Leal".A pessoa a quem foi apresentado não me conhece pessoalmente, só dos blogues. Uma pessoa que fala na televisão e escreve nos jornais, acrescento.
A inversão polar no grau de importância devido ao meu pai e a mim é estranha. O meu pai não devia ser apresentado como o 'pai' do João Leal, mas sim com algo do género " Este é o Pastor Jorge Leal" e mais nenhuma referência. Ponto.
Usar o meu nome para juntar como ligação de uma pessoa ao universo, isto é, dar um referencial, coordenadas, é bizarro. O meu pai ganhar um spot na cosmogonia pessoal da tal pessoa a quem foi apresentado através de mim, é das coisas mais esquisitas (arrisco, injustas) e extraordinárias de tão frágeis na sua falta de lógica que já me foi dado a conhecer. O diferencial entre graus de importância para a humanidade que eu e o meu pai representamos é indesmentível.
Um bocado, assumo, como o Paulo Bento, que a custo se toma como treinador de um clube que já foi grande, porque eu sei que foi mas agora já não há dados para aferir com certeza se é ou não, embora tudo aponte, quanto a mim, para uma desgraça de um cenário que só o pode comprovar, e que aparece regularmente na televisão a dar a cara pelo tal clube, quando de mérito tem ziltsch, ou zero, em qualquer coisa que se possa passar no mundo da colectividade, para o bem e para o mal, porque é uma forma de vazio com um pentadinho curioso e nada mais.
A incúria está em que deveria ser sempre o Liedson a falar, desde às antevisões dos jogos até ao flash interview (podia até falar duas vezes seguidas), porque é a ele que lhe devem tudo o que faz ainda existir gente a ser adepto daquela colectividade.
Mal comparando, eu sou o Paulo Bento e o Liedson é o meu pai.
Como é que se chegam a conclusões destas é que me espanta, mas a vida, e principalmente estas horas de almoço solitárias num armazém degradado na zona do Chiado em que passo 8 horas sozinho por dia, demonstram por vezes as verdades como poucos outros momentos do meu dia-a-dia, em iluminações influenciadas, claro está, por leituras prévias de coisas elevadas, como dois posts do maradona, (a cópia do estilo é evidente e, apesar de fraca, como só poderia ser, uma forma de homenagem) salvaguardando (e aqui faço uma referência a estar a meter ora vírgulas ora parentesis quando quero fazer uma sub-oração), a ausência de palavões que, enfim, este, com se sabe, é um blogue familiar de cristãos evangélicos. (não que não diga asneiras, porque as digo às vezes, principalmente quando vejo o sofrível ex-trinco a pôr discursos psicóticos na boca de tantos amigos meus, gente boa, diga-se de passagem)
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13:14
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Joao Leal
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Bom de bola e não só
O (ainda) melhor do mundo diz de sua justiça sobre dinheiro, Bíblia, igreja e sexo. É evangélico, concerteza.
Você acha justo que os jogadores ganhem salários altíssimos enquanto a maioria da população sobrevive com R$ 415 por mês?
Eu acho. Infelizmente, foi criado em torno dos jogadores de futebol esse comentário de que se ganha muito dinheiro sem merecer. O futebol é um negócio, e em volta desse negócio giram bilhões. O centro desse negócio são os jogadores. Nada mais justo que aqueles que fazem o negócio girar sejam remunerados justamente. Se a empresa onde você trabalha consegue produzir, e você é um funcionário competente dessa empresa, nada mais justo que você venha a ser remunerado por isso.
Como você consegue equilibrar fama e riqueza com uma religiosidade até certo ponto espartana?
Tendo convicção dos meus valores.
O que você sentiu ao ser eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa? Como você reage aos comentários de que sua atitude de doar seu troféu para sua igreja foi impensada (no início deste ano, Kaká entregou o troféu à Igreja Renascer em Cristo)?
Foi uma grande honra ter sido eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, saber que meu nome estará na lista dos melhores do mundo para sempre. Esse tipo de comentário vem de pessoas que não me conhecem. Todos os meus atos são muito bem pensados. Sei muito bem o que fiz quando ofertei aquele que na minha casa seria um troféu, e na casa de Deus será um memorial. Não ofertei o troféu para a igreja nem para o pastor. Ofertei a Deus por tudo o que Ele tem feito na minha vida, pois creio que, sem Ele, não teria tido esse reconhecimento. A Bíblia diz que oferta se dá no lugar onde você recebe sua bênção. Outro motivo importante foi dividir com o povo: na minha sala ficaria à disposição da minha família e amigos. Lá, todo mundo pode compartilhar comigo essa conquista.
Você costuma falar sobre Deus com outros jogadores da Seleção?
Costumo falar não só com os jogadores da Seleção, mas também com os do Milan. Sempre que posso, conto um testemunho, um milagre, demonstro o que Deus tem feito na minha vida. Alguns pedem para orar por um motivo especial. Quando podemos, fazemos um estudo bíblico durante as concentrações.
O que você pensa sobre as pessoas que o criticam por você ter casado virgem?
As pessoas, quando me criticam com relação a isso, normalmente falam como se eu fosse um coitadinho que foi manipulado. A verdade não é essa. Sei muito bem o que fiz, o que isso representa na minha vida e na da minha esposa, pois tenho a convicção, no meu coração, de que quem ama espera.
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Pedro Leal
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segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
A Vida como uma sequência de estreias
Fim-de-semana de visita aos avós. Uma criança de 9 anos e uma viagem de carro de 250 km para cada lado.
Já no regresso avistamos um avião a voar baixo, passa por cima de nós e vemos a sua aterragem numa pista rudimentar, perpendicular à Auto-Estrada; mais à frente ultrapassamos um autocarro, de matricula estrangeira que reboca um atrelado do tamanho de um camião; já perto de casa, circulamos na zona de grelha da ponte 25 de Abril, olha para baixo da janela do carro e descobre que consegue ver a água do rio mesmo por baixo de nós.
- Epá, esta viagem foi só coisas novas que eu nunca tinha visto, exclama empolgada.
E penso para comigo: se calhar aqui está a chave da felicidade e do optimismo da infância: encarar cada dia como a oportunidade de mais uma estreia.
Tentem imaginar que cada dia começavam a ler um novo livro, de um autor desconhecido, com um estilo inédito, e uma história de fim imprevisível.
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22:34
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Miguel Leal
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sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
CC again
Lendo esta noticia de hoje, fico com cada vez mais dúvidas acerca da validade da Tese do Aquecimento Global.
O facto é que, de 1998 para cá, as emissões de Co2 subiram 5 % e o planeta arrefeceu.
O relatório do IPCC, responsável pelo alarme geral (e que só nos Estados Unidos vai ser a curto prazo responsável por 3 milhões de pessoas ficarem desempregadas), não previu este arrefecimento.
Achei curioso neste artigo publicado hoje, a referência a que nos Estados Unidos se esteja a substituir gradualmente o Global Warming (aquecimento global) por Climate Change (alterações climáticas).
Um outro ponto: se a Terra está a arrefecer, e se os governos estão a tomar medidas gigantescas para o seu aquecimento, se ela arrefecer de facto MUITO, como alguns cientistas russos e alemães prevêem, até 2020, as consequências não serão dramáticas? É um pouco como a humanidade de bermudas e t-shirt, chinelinho no pé,depois de ter posto todos os blusões e sobretudos no lixo, ser apanhada no meio de um nevão brutal.
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13:45
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Joao Leal
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Ainda acerca da Byblos - variação em si bemol
Bom, não sei quais as condições especificas da loja Quasi. Pode ser que esteja salvaguardada e assim possa (tentar)negociar com os fornecedores as condições desejadas.
O que o Jorge refere como modelo a partir de 2ª feira será o que toda a gente sabe ideal para um negócio pequeno de vendas de livros. Consignações, só se paga o que se vende, factura-se o que não se quer repor e retira-se da consignação...Evitam-se as histórias das devoluções maciças e respectivos custos, sabe-se com o que se conta, a livraria não está dependente de liquidez das vendas para pagar facturas.
Não estou a ver. Sinceramente, não estou a ver como será possível os fornecedores maiores (e já agora alguns dos mais pequenos também) a não usarem o seu poder negocial de veto: ou é como querem ou então não há livros para ninguém.
As consignações são eles que costumam definir. Atafulham as lojas de fundo indesejado nos seus armazéns, sendo que existe o particular da maioria desse fundo ser indesejado pelas livrarias também.
A maior sorte do mundo para o Jorge, que bem a merece. Se a Loja da Quasi sobreviver mais do que a Byblos será um excelente sinal.
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8:00
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Joao Leal
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Brasil, 6 - Portugal, 2
Por um lado, não devemos exagerar.
É certo que há mais de cinquenta anos que Portugal não sofria seis golos num jogo. Mas perder com a Finlândia em casa por 4-1, como em 2002, ou empatar 2-2 com o Liechtenstein, já na era Scolari, foram resultados pelo menos tão maus como encaixar seis no Brasil.
Por outro lado, devemos ser realistas.
Terminada a geração de Figo, Rui Costa e João Pinto, construída, ironia do destino, pelo hoje mal amado Carlos Queirós, a selecção volta à sua condição “natural”: equipa de meio da tabela, com brilharetes e decepções ocasionais. Os anos de ouro de Humberto Coelho e Scolari, com o triste interregno de António Oliveira pelo meio, estão passados. E, pelo que se vê nas selecções jovens, não voltarão tão cedo.
Por isso, se o desmoronamento no Brasil nos ajudar a recolocar os pés no chão então, numa perspectiva optimista, já terá servido para alguma coisa a humilhação de ontem.
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7:02
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Pedro Leal
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quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
Ícaro
O ano passado, por esta altura, houve uma grande agitação entre os livreiros: uma nova livraria estava a recrutar gente e pagava bem melhor do que a média da concorrência.
Conheço umas dez pessoas que passaram pelas entrevistas e processos de selecção.
E passado um ano, a Byblos fechou.
Para quem não sabe, a Byblos é (era) uma livraria com duas apostas inovadoras: ter a totalidade do fundo editorial das chancelas nacionais e o uso de um sistema de radiofrequência para localização de livros à unidade (único no mundo).
A minha simpatia para a maioria dos livreiros da Byblos, que conheço alguns e sei-os do melhor que há no mercado.
Em teoria, a Byblos seria o sonho de qualquer livreiro e de muitos clientes, algo muito próximo do céu.
Agora, as asas deram de si.
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18:00
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Joao Leal
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11:01
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José Leal
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terça-feira, 18 de Novembro de 2008
Medo do futuro ou A Insegurança Materialista.
Já repararam que quando se quer acrescentar mais umas pinceladas de negro à actual situação económica, pega-se nos indicadores económicos e compara-se com algum lugar no tempo em que os valores eram os mesmos, e anuncia-se com grande dramatismo: "O pior ... desde 2001.", "O pior ... dos últimos 15 anos."
Então se já lá estivemos, num mundo com estes valores de consumo e produção, qual é o problema de lá voltarmos?
Ou será que eles pensavam que o futuro era de crescimento infinito?
Se até os cientistas já questionam se o Universo, a coisa mais parecida com infinito que conhecemos, está em expansão ou em contracção, porque havemos nós de ter receio do futuro se ele não fôr maior que o presente nalgum aspecto?
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9:42
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Miguel Leal
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quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Convicção
Para o tio fim.
Há um momento, ao nascer do dia, em que um rumor surdo de acordar toma conta do mundo.
É a luz que levanta a escuridão pesada da noite, a confunde e a assusta.
Com o Sol, surge o espaço onde as promessas de Deus se confirmam.
Orações são respondidas a quem estiver atento e de coração humilde.
A beleza surge expontãnea aos olhos de quem a procura.
Sente-se o perdão e o amor de Deus após a Sua justiça e disciplina ter sido aplicada nas nossas vidas.
Os montes podem-se mover a uma palavra nossa, sabemos nós, porque o nosso coração, coisa bem mais difícil, mudou para melhor.
E a memória alimenta-nos a força: uma filha, um amigo que faz anos, os pais, os irmãos, paisagens, momentos bons.
E uma pergunta: porque não se ouve as pessoas falar de quando se sentem bem?
Há um momento, ao nascer do dia, em que um rumor surdo de acordar toma conta do mundo: é Deus que nos segreda ao ouvido
- "Está atento ao que tenho para ti"
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13:13
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Joao Leal
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terça-feira, 11 de Novembro de 2008
Uma achega

O gráfico em cima?
Em explico. Toda esta questão do alarme do Aquecimento Global, mais do que em medições, assenta em modelos de previsão de uma ciência que está a dar os primeiros passos.
Neste gráfico, por exemplo, será interessante notar que:
a linha preta diz respeito às previsões que estiveram na base de todo o alarme
a vermelha é o que se observou e mediu na realidade entretanto
a verde diz respeito a um novo modelo de previsão (sobre o qual a é a noticia da BBC que o José pôs no post anterior) que, usando os já conhecidos e juntando novas medições, neste caso das correntes marítimas, vem demonstrar que os primeiros modelos, os da linha preta e que são os do IPCC e que foram usados pelo Al Gore para ganhar um prémio Nobel, afinal estavam...errados.
E isto no prazo de dez anos. Falharam miseravelmente no prazo de 10 anos e querem mudar o mundo porque esses mesmos modelos (insuficientes) apontam para que daqui a 100 (!) o planeta Terra esteja perdido.
O que é curioso, e vale a pena salientar, é que as emissões de CO2 não pararam de aumentar exponencialmente durante o período em que a temperatura...estagnou. (ver a linha vermelha). Sim, estagnou e não aumentou de uma forma desmesurada como estava previsto por aqueles que estão a criar novas industrias e fortunas colossais à base do alarme da necessidade de abrandar as taxas de emissão de CO2.
Corremos o risco de estar a assistir a um dos maiores embustes da história da humanidade. Biliões de dólares e euros gastos do nosso bolso para que o dinheiro que nós gastamos com energia mude de mãos.
Acho espantoso como nãos e fala mais disto.
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13:36
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Joao Leal
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Aquecimento Global
No seguimento do post do João na passada sexta-feira, coloco mais uma peça jornalística sobre o tema do aquecimento global.
Começa a ficar difícil perceber com o que podemos contar para os próximos anos.
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11:39
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José Leal
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segunda-feira, 10 de Novembro de 2008
Serodia e religiosamente
Pergunta-me o meu amigo porque é que eu decidi voltar a frequentar (o verbo não é inocente) uma Igreja Baptista.
Respondo-lhe que tem a ver com maturidade. Com o conseguir equilibrar a exigência intelectual com a exigência afectiva.
Na verdade podia-lhe responder ainda mais precisamente. Diria assim: as razões que se dá para a falta de Santidade são comuns a todas as Igrejas (protestantes ou católica): são constituídas por homens, a tradição tem muito peso, somos seres imperfeitos, as pessoas fazem o seu melhor e, last but not the least, já no templo do apóstolo Paulo havia tendência para dissensões. Bom, com estas características, a mim parece-me que me serve como uma luva. Acho que podia até viver numa igreja.
Numa frase: percebi que a Igreja não é para ser levada tão a sério quanto o evangelho exige, embora deva ser levada muito a sério porque o Evangelho o propõe.
Acrescentaria no fim que estou mesmo satisfeito por ter tomado a minha decisão de adoptar um "discurso oficial religioso". Nunca aqui tinha estado, mas estou a gostar bastante da calma e despreocupação com que tenho ocupado os meus domingos de manhã: a EBD, os hinos, os amigos de juventude com que troco dois dedos de conversa no final do culto, rever a familia e ouvir boas pregações à moda antiga. Tivesse eu tido esta atitude despreocupada há 15 anos atrás quando estava no Seminário Teológico Baptista de Queluz e, quem sabe, a minha história teria sido outra.
Sempre fui um tipo tardio a perceber as coisas. Mais um exemplo.
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10:32
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Joao Leal
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Diferentes visões do mundo ... desde criança
Ontem à noite, ao deitar, perante o apelo da mãe para que no dia seguinte deixassem que fosse o pai a vestir e despachar pela manhã, pois a mãe precisava de sair de casa cedo, os meus filhos tiveram duas reacções curiosas e completamente antagónicas:
- a criança fêmea suplicou: "Não, eu prefiro que sejas tu porque o pai não tem experiência com crianças!"
- a criança macho estava perto e argumentou a favor do género: "Ele tem experiencia sim, porque quando eu peço para ele fazer uma máscara para eu brincar, ele sabe fazer!"
Aqui está mais uma prova de como os homens e as mulheres vêm o mundo de maneira diferente.
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9:43
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Miguel Leal
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sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Eu céptico
Pessoalmente, gosto deste tipo de coisas..
...até porque este foi um ano em que as temperaturas foram muito mais baixas do que esperavam os cientistas do IPPC, os principais responsáveis pela tese, que valeu o Nobel ao Al Gore, pela ligação Aquecimento Global ao factor humano (dióxido de carbono, efeito de estufa, etc.)
Bom, vários sitios do mundo tiveram os piores invernos em 50 anos. Como é que isto se encaixa com a tese do Aquecimento Global? Fácil, dizem os cientistas: por causa de um fenómeno, o La Niña. Mas então esses tipos de fenómenos não deveriam ser considerados nas previsões, pergunto para mim? E eles, se me ouvissem, responderiam: não, porque são fenómenos, coisas mais ou menos inesperadas que alteram os nossos dados e, além disso, os nossos modelos não são perfeitos, muito longe disso. Ah, ok, responderia eu no caso de eles me responderem à pergunta que eu tinha feito a mim mesmo, e estão-se a gastar biliões e biliões de dólares e euros dos nossos bolsos por causa de modelos que fracassam desta maneira...ok.
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13:27
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Joao Leal
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quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
Uma das mudanças de Obama
No “change” que levou Barack Obama à presidência dos Estados Unidos cabe também a religião. De facto, o percurso religioso do agora ocupante da Casa Branca difere substancialmente do dos antecessores.
Começando pelo ambiente em que cresceu.
Ao contrário dos outros presidentes, Obama recebeu uma educação não-religiosa, sem vínculos denominacionais definidos, apenas com ecos distantes de familiares ateístas, baptistas, metodistas, e, o que é inédito entre presidentes americanos, muçulmanos.
Mas também a opção entretanto tomada pelo Cristianismo trouxe novidades quanto ao estabelecido.
Em primeiro lugar, porque cortou com uma linha “born again” com mais de trinta anos na Casa Branca. Dos cinco presidentes anteriores só George Bush (pai) não se definiu como cristão “nascido de novo”. Obama está longe de invocar uma conversão desse tipo. Parece dar mais ênfase à intervenção social da igreja e ter uma leitura mais liberal da Bíblia – por exemplo, para ele são “passagens obscuras” as que condenam a homossexualidade. Por outro lado, Barack Obama corta também com o passado no que diz respeito à filiação. Ele é o primeiro Presidente americano membro de uma “mega-church”: a Trinity United Church of Christ. Um tipo de igreja relativamente novo dentro do espectro evangélico, e que se define melhor, no caso vertente, pelas raízes afro-americanas do que por balizas estritamente denominacionais.
Será que este “change” religioso terá algum impacto na governação da superpotência mundial? Aguardemos para ver.
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22:25
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Pedro Leal
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quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
O fim do mundo aproxima-se. Isto está tudo às avessas
Este é sem dúvida um dia de excepção: foi eleito o primeiro presidente negro nos Estados Unidos e a equipa onde o Liedson joga apurou-se para os oitavos de final da Champions.
Este está a ser um ano que foge a toda a lógica, disso não há dúvidas.
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6:29
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Joao Leal
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segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
Votos
A ideia de que “todos devíamos poder votar nas eleições para o Presidente americano”, porque se trata de eleger o homem mais poderoso do mundo, é uma contradição bem redonda. Os Estados Unidos são o que são porque, precisamente, lá votam apenas americanos.
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20:52
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Pedro Leal
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